sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

** Mina e as novidades do verão 2009 / 2010 **


Mina é considerada a renovação da Axé Music. Com pouco mais de um ano na estrada o grupo já atravessou fronteiras e levou alegria a milhares de foliões pelo Brasil. As músicas interpretadas pela banda têm uma pegada única e um swing que só o baiano possui. Canções de outros ritmos ganham nova roupagem e uma sonorização que não deixa ninguém parado.




Apaixonada por música, Mariana Assis surpreende a todos com sua voz desde os quatro anos de idade. Aos oito, integrou o primeiro grupo ainda na cidade de Vitória da Conquista. Hoje, a jovem é dona de uma simpatia que atrai milhares de fãs por onde passa. Neste primeiro ano, já ganhou a simpatia de grandes nomes da musica como Ivete Sangalo.
A banda tem direção e produção musical de Alexandre Lins, experiente já em produções de discos de artistas consagrados: Ivete Sangalo, Eva, Harmonia do Samba, entre outros. Alexandre deu uma veia mais Pop a banda e inovou ao trazer dois trombones para o palco, aumentando o gingado do som produzido pela Mina.
Nesta temporada 2009/2010, a Mina traz novidades em seu CD. Desde regravações que fizeram sucesso nas vozes de Roberto Carlos e José Augusto  até músicas inéditas de compositores renomados no mundo musical como Ramon Cruz.


Lado Social - Artista Solidário: Mina faz show no Abrigo Salvador

"Galera.... Foi maravilhoso se apresentar no Abrigo Salvador. Levamos muita energia e amor aos moradores de lá. Este foi um dia especial....Todo fim do mês eles fazem uma festa com os aniversariantes...Teve bolo, refrigerante e claro muita animação com a Mina. Ganhamos até um diploma de Artista Solidário. Quando tiver um tempinho...passe lá para fazer uma visita, conversar com eles e levar alegria, pois eles são muito especiais....
Um bjão a todos!!!"




quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

:: Lui Muritiba ::


LUI MURITIBA, cantor, compositor e instrumentista da cidade de Muritiba no recôncavo baiano, começou sua carreira participando em festivais intercolegiais, fazendo vários shows no interior e fora do Estado. Lui é convidado pela Polygram para a gravação do seu primeiro LP “Vôo Rasante”, faixa título de uma composição que traduz a essência do seu trabalho artístico musical.


Premiado na voz de melhor intérprete do carnaval baiano, Lui agitou nos Trios Elétricos pelas avenidas de Salvador.
Por três anos, foi cantor, compositor e diretor artístico do bloco Saku-Xeio, um dos primeiros blocos a se apresentar em Salvador, lançando um compacto por ano, sempre com participações especiais como Moraes Moreira, Armandinho Macedo etc.
Com produção independente, lança seu segundo LP intitulado Brilhaê, música bastante executada nas rádios locais, recebendo elogios da crítica especializada pelo seu ritmo eletrizado em ijexá. Com esse sucesso, Brilhaê passou a ser bloco onde Lui atuou por três anos, dividindo o palco com a “Cor do Som”, premiado como melhor cantor, e da música mais executada  “Mais, muito mais”, gravada na CBS em compacto com sucesso a nível nacional.
Participou do carnaval no bloco e trio “Luz”. Em 1986 , foi premiado juntamente com a banda Reluz , com troféu “Vivaldo Conceição” por melhor conjunto e musicalidade.
Em 1991, volta aos estúdios WR, para gravar o terceiro LP que leva o seu nome e traz na essência o reflexo de sua volta aos palcos, em especial da Bahia, com muito mais amadurecimento e o desejo maior de novamente dar a seu público, o que entende ser o melhor, além de muito suingue. Indicado pelo Troféu Caymmi, conseguiu o prêmio máximo na música “Cem Mil Réis”, em melhor arranjo de Paulinho Andrade.
Lança seu quarto LP gravado e mixado na Pró Áudio , intitulado “Em Movimento”, no ano de 1993. Com a participação especial da percussão do Araketu foi gravada a faixa “O telefone tocou novamente”, sucesso radiofônico.
Buscando outros caminhos, mudou-se para Minas Gerais criando as trilhas sonoras de espetáculos teatrais encenados pelo grupo Caro como: O Grande Mentecapto de Fernando Sabino, E Por Falar em Amor de Marina Colassanti; Capitães de Areia de Jorge Amado, que obteve sucesso em várias capitais do Brasil, e também no Paraguai e na Argentina.Compôs a trilha sonora da peça Zélia Gattai, na adaptação dos livros Um Chapéu para Viagem e Anarquistas Graças a Deus.


Com o grupo de Dança Êxtase, criou a trilha do espetáculo Dançares e Capitães de Areia. Na MPB sua criatividade e talento musical se imprimem nos boleros, baladas, canções, sambas, forrós, ijexás e frevos. Sua música romântica é intensa não só pela sua linha melódica, que toca profundamente os corações e enternecem os sentidos quanto pela sua alegria e carisma aparecem nas composições de ritmos quentes.



Com o Projeto para 2006, Romances e Canções, Lui procura divulgar as grandes obras da literatura brasileira ao público jovem do ensino médio, incentivando-os a leitura dos livros, através da apresentação de catorze músicas, donde cinco de sua autoria em shows acústicos executados em teatro, onde haverá a distribuição de 3.000 cd’s para os estudantes. Espera-se através desta proposta despertar os estudantes para o aprofundamento do conhecimento da literatura brasileira.


Seu projeto Tantos Carnavais leva para o folião “pipoca” uma opção diferenciada com muita qualidade musical. Nos últimos três anos relembrou ao público grandes sucessos dos antigos carnavais, cantando desde tradicionais marchinhas como Ala lá ôJardineira,Lambretinha aos clássicos Máscara Negra e Bandeira Branca e sucessos atuais.


Já no São João sua Banda Forrança mostra ritmos como xote, baião, galope, xaxado, dentre músicas de sua autoria. Apresenta clássicos do canto nordestino e sucessos consagrados no São João por grandes nomes como: Luiz Gonzaga, Nando Cordel, Adelmário Coelho, Targino Gondim e Jackson do Pandeiro.Têm sido presença em festas juninas na Praia do Forte, Jequié, Camaçari e na sua terra Muritiba para citar alguns.




Em “Tema do Encontro”, show MPB acústico atual, o cantor compositor e instrumentista Lui Muritiba mostra suas belas canções que falam de amor. Sua música romântica é intensa e as letras que falam do amor de forma singular. É um show com predominância de cordas e sopros. Lui canta outros ritmos como boleros, baladas, blues, country, samba-canção. Nesta viagem, homenageia o escritor Fernando Sabino, em duas magníficas músicas que fazem parte da trilha sonora criada por ele para o espetáculo teatral ‘’O Grande Mentecapto’’. Vôo Rasante, Sufoco, Tema do Encontro, O Teu Tom são algumas das canções mais marcantes do show. Em Tema do Encontro, o compositor instrumentista, compartilha com o público suas canções de rara beleza.
Lui faz sucesso tanto nos palcos como nos trios elétricos, por ser um artista que não impõe limites à sua criatividade, deixando fluir todo o seu talento.

..::.. PAULINHO BOCA DE CANTOR ..::..


Nome: Paulo Roberto Figueredo de Oliveira
Nasceu em Santa Inês-Bahia- Brasil, em 28 de junho de 1946.


PAULINHO BOCA DE CANTOR, compositor e cantor popular, um dos integrantes do grupo Novos Baianos (prêmio de melhor disco feito no Brasil em todos os tempos- Revista Rolling Stone – Out. 2007), além de se apresentar desde 1969 em shows musicais por todo Brasil é também um estudioso da origem da musicalidade Brasileira tem produzido e apresentado trabalhos musicais, resultado de pesquisas e de resgate histórico do patrimônio artístico e cultural, entre eles “DO LUNDU AO AXÉ – BAHIA DE TODAS AS MÚSICAS” (2002) através do FAZCULTURA - Secretaria de Cultura do Estado da Bahia) e o projeto A BOSSA DO BOCA – 100 ANOS DE MÚSICA NO BRASIL (2007), através do Ministério da Cultura – Fundo Nacional (Pronac 064416) e 2008 pelo Fundo Estadual da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
HISTÓRICO:

1963 a 1968- Começou atuando como “crooner” de ‘Carlito e sua Orquestra’ que depois virou ‘Orquestra Avanço’ animando bailes em Salvador e no interior da Bahia.


1969 a 1979- Lançou dez discos com os Novos Baianos participou de todo trabalho do grupo que revolucionou a música brasileira nos anos 70, inclusive criou o Trio Elétrico dos Novos Baianos (1976) colocando pela primeira vez som de voz no Trio Elétrico e é presença marcante até os dias atuais no Carnaval de Salvador. Vivendo numa comunidade o grupo ‘Novos Baianos’ revolucionou a música brasileira nos anos 70 e ainda é referência para novas gerações.

1979- Começa carreira ‘solo’, lança disco Paulinho Boca de Cantor- Bom de Chinfra e Bom de Amor (CBS)- destaque para a parceria com Gilberto Gil e Galvão na faixa “Que bom prato é vatapá”.

1981- Lança o disco de maior sucesso em sua carreira ‘VALEU’. Consolida sua carreira ‘solo’ fazendo shows por todo Brasil e vende mais de 100 mil cópias – um dos discos independentes mais vendidos no Brasil até hoje.
1983- Lança o disco Prazer de Viver e começa sua carreira no exterior se apresentando em Roma no show ‘Bahia de Todos os Sambas’ ao lado dos nomes mais expressivos da nossa música entre eles – Dorival e Nana Caymmi, Gal Costa, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Moraes Moreira, Batatinha e João Gilberto.
1984- É contratado pela Emi Odeon e faz três discos na nova gravadora – Cantor Popular (1984), Carnaval Já (1985) e Brincar pra Valer (1986) e continua se apresentando em vários eventos musicais importantes em todo Brasil, participa do disco infantil Casa de Brinquedos – cantando a música Macaquinho de Pilha junto com o parceiro Carlinhos Vergueiro- o disco foi idealizado e produzido por Toquinho.
1988- Vai morar em Nova York funda a ‘Bahia Band’ levando as primeiras fusões da nova música baiana e o que se passou a chamar ‘axé music’ para os Estados Unidos. Faz shows em várias cidades americanas, permanecendo por lá até 1990.
1990- Lança o disco “Não se morre mais” (Memória Discos), destaque para o sucesso junino Forró em Cachoeira (parceria com Edil Pacheco|) volta a morar em Salvador participa de vários projetos culturais importantes.
1992- Funda a ABAI Associação Bahiana dos Artistas Independentes junto com o parceiro Edil Pacheco assegurando a participação dos artistas independentes no Carnaval de Salvador.
1997- Volta à mídia e aos palcos de todo Brasil com o lançamento do maravilhoso CD Todos os Sambas – uma leitura de todas as nuances do samba desde a chula até a bossa nova.



1997- Reúne o grupo “Novos Baianos”, depois de quase vinte anos e grava com o grupo o CD duplo Infinito Circular- (ao vivo) pela gravadora Som Livre / Universal, faz shows históricos com o grupo em todo Brasil.



1998- Participa com o grupo Novos Baianos da Noite Brasileira no Festival de Montreux na Suíça.


1999- Idealiza, produz e participa do CD em homenagem aos 100 anos do Esporte Clube Vitória que contou com as participações de Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Tatau (Araketu), Durval Lélis, Gil da Banda Beijo e toda a galera do Axé Music que torce pelo’rubro negro’ baiano.
2000- Começa a pesquisar e idealizar junto com o compositor Edil Pacheco o antológico projeto ‘Do Lundu Ao Axé- Bahia de Todas as Músicas’- CD duplo institucional- uma homenagem aos melhores compositores do século passado (período de 1902 até 2002) e que contou com a participação de todos os grandes nomes da nossa música dentre eles Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Moraes Moreira, Lazzo, Gerônimo, Luiz Caldas, Armandinho entre outros.

2002- Lança CD duplo ‘Do Lundu ao Axé – Bahia e Todas as Músicas’ através do Fazcultura (projeto de incentivo a cultura da Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia).
2003- Apresenta o projeto Do Lundu ao Axé nas principais capitais Brasileiras.







2004- Lança o CD Gerasons (pela Atração) – com a participação de Pepeu Gomes e Baby do Brasil e todos os filhos dos Novos Baianos se apresentando em vários programas de TV inclusive o Programa do Jô e faz show em várias cidades do Brasil.

2005- É convidado para fazer especial de TV pela TVE- de Salvador e transforma o show em seu primeiro DVD A Bossa do Boca. Uma homenagem a Bossa Nova e ao seu criador, o genial baiano João Gilberto.




2006- Comemora 60 anos com coquetel para imprensa e convidados no Armazém Santa Maria – Villa Gourmet em Salvador e na ocasião lança CD/ DVD A BOSSA DO BOCA (Atração), divulgando em todo Brasil em programas de TV, rádio e imprensa escrita e começa turnê nacional dia 22 de setembro com show na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador com a participação de Arnaldo Antunes e Luiz Melodia, depois segue para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília o resto do país divulgando o trabalho.
2007- Segue divulgando o CD/DVD ‘A BOSSA DO BOCA’ se apresentando em programas de Tv e shows por todo Brasil. Apresentou-se no Carnaval de Salvador 2007, como faz todos os anos dês 1975 animando o Carnaval do Povão em um trio elétrico independente. Apresentou A Bossa do Boca em Salvador dia 15 de maio no Teatro Jorge Amado, no Rio dia 21 de maio e em São Paulo dia 22 de maio e segue em turnê pelo Nordeste e no Sul no segundo semestre.



Estréia o show Paulinho Boca Canta Novos Baianos dia 1 de dezembro na Boomerangue em Salvador e grava especial de Tv para TVE dia 11 de dezembro de 2007.




2008- Homenageia o grupo Novos Baianos e comemora o fato do disco Acabou Chorare (Novos Baianos 1972) ser considerado o melhor disco feito no Brasil em todos os tempos (Revista Rolling Stone – Outubro 2007), e apresenta em todo Brasil o show PAULINHO BOCA CANTA NOVOS BAIANOS TOUR 2008. Grava especial para a TVE – Bahia exibido no dia 02 de março 2008 e que será exibido em rede pela TV BRASIL, e editado em CD/DVD.











quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

.: Johnny Winter :.



John Dawson Winter III, mais conhecido como Johnny Winter (BeaumontTexas23 de fevereiro de 1944) é um guitarrista e cantor de blues norte-americano.
Johnny começou a se apresentar ainda jovem com seu irmão Edgar Winter, que, assim como ele, é albino. Seu primeiro disco (School Day Blues) foi lançado quando Winter tinha 15 anos de idade. Em 1968 ele começou a tocar em um trio com o baixista Tommy Shannon e o baterista Uncle John Turner. Um artigo na revista Rolling Stone ajudou a gerar interesse no grupo. O álbum Johnny Winterfoi lançado no final do ano. Em 1969 o trio se apresentou em vários festivais, incluindo Woodstock.
Em 1973, depois de se livrar das drogas, Winter retornou em forma com Still Alive and Well. Em 1977 ele produziu o álbum Hard Againde Muddy Waters. A parceria resultaria em várias indicações ao Grammy, e Johhny gravou o álbum Nothing But Blues com os integrantes da banda de Muddy.
Em 1988 ele foi incluído no "Hall da Fama do Blues".



Discografia

  • The Progressive Blues Experiment (1969)
  • Johnny Winter (1968)
  • Second Winter (1969)
  • The Johnny Winter Story (1969)
  • Johnny Winter And (1970)
  • About Blues (1970)
  • Early Times (1970)
  • Before The Storm (1970)
  • Johnny Winter And Live (1971)
  • Still Alive And Well (1973)
  • Saints And Sinners (1974)
  • Austin, TX (1974)
  • John Dawson Winter III (1974)
  • Captured Live! (1976)
  • Together (1976), with Edgar Winter
  • Nothin' But The Blues (1977)
  • White Hot And Blue (1978)
  • Raisin' Cain (1980)
  • Ready For Winter (1981)
  • Guitar Slinger (1984)
  • Serious Business (1985)
  • Third Degree (1986)
  • The Winter Of '88 (1988)
  • Let Me In (1991)
  • Jack Daniels Kind Of Day (1992)
  • Hey, Where's Your Brother? (1992)
  • Live In NYC '97 (1998)
  • Back In Beaumont (2000)
  • I'm A Bluesman (2004)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

|| Ivan Bastos ||


O músico Ivan Bastos desenvolve trabalho como instrumentista (contrabaixo elétrico e violão), compositor, diretor musical e arranjador, e une a formação em música erudita - está no último ano de Licenciatura em Música, na Universidade Federal da Bahia – a uma grande experiência com música popular brasileira e jazz. Em seu currículo constam composições gravadas por outros músicos e grupos musicais como o Pata Masters, da Alemanha, em seu trabalho Pata Bahia, pela cantora lírica Andréa Daltro, pela cantora Claudia Cunha, além do trabalho realizado com o Grupo Garagem, do qual faz parte e com o qual gravou muitas de suas composições. Entre os trabalhos realizados com o Garagem, nos últimos 25 anos, constam um LP de 1989, intitulado Grupo Garagem e um CD de 1992, Kokoro no Uta.



O último registro com o Grupo Garagem foi o CD Courana – Folclore Baiano, em 1997, no qual Ivan assina os arranjos de cinco das oito músicas gravadas. Com o Grupo Garagem apresentou-se nos principais eventos da cidade do Salvador: Festivais de Música Instrumental, de 1983 a 1990; Projeto Pixinguinha; Feira dos Municípios; Comemoração dos 10 anos da TV Bahia. No exterior apresentou-se com o Grupo Garagem em Los Angeles (USA), no California Institut of Arts and Musician Institut. Com outros músicos e grupos se apresentou no Canadá, Estados Unidos e diversos países da Europa. Acompanhou diversos músicos instrumentais e outros compositores como Toninho Horta, Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Márcio Montarroyos, Nivaldo Ornellas, Raul Mascarenhas, Raul de Souza, Nico Assunção, Arthur Maia, Gilson Peranzetta, Paulinho Braga, Vítor Biglione, Robertinho Silva, Paulo Moura, Léo Gandelmann, Marcos Ariel. 



Trabalhou também com os instrumentistas internacionais Jeff Gardner, dos Estados Unidos, Nicola Stillo, da Itália e Norbert Stein, da Alemanha. Participou do show de Bob McFerrin em Salvador, em 2008, juntamente com o Grupo Garagem, acompanhando o referido músico. Criou composições para espetáculos de teatro, dança e cinema. Alguns desses trabalhos mais recentes: Sagração da Vida Toda, de Cristina Castro com o grupo Viladança, a peça O Despertar da Primavera, encenada pelo Grupo de Teatro dos Novos, do Teatro Vila Velha, dirigida por Gil Vicente Tavares, e para a trilha do filme Cega Seca, de Sofia Federico. Coordenou, por diversas vezes, com o sambista Edil Pacheco, o tradicional Dia do Samba, que acontece anualmente em Salvador-Ba, atuando como instrumentista e co-diretor musical de apresentações das quais participaram Paulinho da Viola, Jair Rodrigues, Beth Carvalho, João Nogueira, Jamelão, Dona Ivone Lara, além dos tradicionais sambistas baianos, os quais também acompanhou em outras ocasiões: Batatinha, Riachão e Ederaldo Gentil. Acompanhou em shows intérpretes nacionais como Elza Soares, Bibi Ferreira e Emílio Santiago e os artistas baianos Claudia Cunha, Ana Paula Albuquerque, Ione Papas, Paulinho Boca-de-Cantor, Marilda Santana, Alexandre Leão, Carlinhos Cor-das-Águas, Tuzé de Abreu; os cantadores nordestinos Gereba e Dinho Oliveira; o repentista Bule-Bule e muitos outros. Com a Orquestra Sinfônica da Bahia apresentou concerto em comemoração aos 20 anos do Grupo Garagem, atuando como instrumentista e tendo seus arranjos orquestrados por Luiz Brasil e Jacques Morelenbaum. Ivan foi indicado pelo Troféu Caymmi, importante prêmio da música na Bahia, em mais de uma categoria, sendo premiado como melhor instrumentista e pela melhor composição. Em novembro de 2005, ficou entre as 14 finalistas do Festival da Rádio Educadora da Bahia, com a Música "Xote da Varanda". Em 2006, teve sua música “Coração de Sonhador”, novamente selecionada entre as melhores 50 músicas desse mesmo festival. Em 2008, em Salvador, realizou a direção musical de um grande evento, o Show dos Direitos Humanos, do qual participaram artistas como Elza Soares, Zeca Baleiro, Chico César, MV Bill, Geraldo Azevedo, Ilê Ayê, Olodum, Jards Macalé e outros. Atualmente, participa da Jam Session do Museu de Arte Moderna da Bahia, como parte da banda fixa, e vem desenvolvendo trabalhos como instrumentista, diretor musical e arranjador em CDs e shows, além de continuar produzindo intensamente como compositor, não só de músicas instrumentais, mas de canções em variados ritmos brasileiros.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

|| Tainah* ||


Marcada pela busca de viver plenamente no canto a possibilidade de sentir e levar a emoção particular de cada letra ou melodia. Vem de uma vivência com a música desde a infância, através de sua mãe, pianista, que lhe presenteou os maiores artistas da música brasileira e internacional. Seu pai lhe embalava as noites ao som do violão tocando canções de Vinícius e de outros mestres de nossa música e seu irmão formado em música, arranjador e pianista, lhe incitou a buscar o crescimento na técnica do canto. Nesse ambiente rico entrava em contato com o universo de Tom Jobim, João Gilberto, João Bosco, Dorival Caymmi, Sarah Vaughan, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Elis Regina, a quem admira profundamente e a tem como referência.


Canta música popular brasileira e jazz. Lançou cd autoral em 99 no Teatro ACBEU. Seu novo trabalho está em fase de produção contendo composições de artistas baianos e mineiros, em sua maioria.
Realizou em 2007 o show “Jazz Solar”, interpretando composições marcantes da musica popular brasileira e do Jazz. Participou junto a Aline Cunha e Ana Paula Barreiro dos shows “Tributo às Divas” e “Divas Dance” no French Quartier, onde foram homenageadas as divas da música negra americana entre outras apresentações solo de Jazz e R&B.


Agora em seu novo show "AMOR NO TOM" traz canções de compositores brasileiros e internacionais consagrados e de novos compositores. Transita pelas intercessões da música nacional e internacional, demonstrando competência e delicadeza, qualidades presentes em todos os elementos do espetáculo.
No repertório, canções tais como: “Chovendo na Roseira”, “Imagina” de Tom e Chico e “Sonho Meu” de D. Ivone Lara e Délcio Carvalho. Entre as estrangeiras: “Honeysuckle Rose” Andy Razaf / Fats Waller. As autorais: o samba “Você pra Mim”, o ijexá “O Mais Bonito” e Caminho composição selecionada pelo Festival de Música da Educadora - 2009.
Cantar o amor para tainah* se tornou algo íntimo na sua caminhada como cantora e intérprete: “é fascinante poder sentir, viver cada passagem de natureza particular em cada composição. Elas me permitem viver dores e alegrias com meu jeito de sentir cada uma dessas emoções. Viro personagens diversos: densos e suaves, loucos e apaixonados, tristes e delirantes ou simplesmente românticos.”



AMOR NO TOM tem a direção musical de Jelber Oliveira e a seguinte formação:
Baixo - Marcelo Rocha;
Bateria - Will Vagner;
Piano / Acordeom / Direção Musical e Arranjos - Jelber Oliveira;
Voz / Direção Artística, Roteiro, Textos e Produção – tainah*         

sábado, 5 de dezembro de 2009

|| Marcio Mello & O Pensamentos de um Solitário Punk ||



É improvável achar alguém que nunca tenha ouvido alguma música de Márcio de Abreu Mello, mesmo que desconheça o seu nome. Aqueles que já apreciaram canções de artistas como Cássia Eller e Vânia Abreu, provavelmente já se pegaram cantarolando refrões criados por ele. Um dos maiores sucessos da cantora Daniela Mercury até hoje, “Nobre Vagabundo”, é de autoria dele, além de “Esnoba”, que foi trilha sonora da novela global “Beleza Pura”, executada pelo grupo Moinho. Na lúdica década de 80, ele liderou a banda Rabo de Saia, junto com quatro musicistas baianas. O grupo se instalou no Rio de Janeiro, vivenciando de perto uma das fases mais importantes do rock nacional. De volta a Salvador, o cantor participou de alguns dos eventos mais exóticos e cultuados da cena alternativa baiana, o que nunca surpreendeu os fãs que já o acompanham há tempo; ele já experimentou pop, punk, rock, bossa e MPB. O ecletismo musical sempre se refletiu também no seu conceito estético. Ao ver Márcio Mello, é quase impossível ter certeza de como será a sua roupa ou corte de cabelo, no dia seguinte. “Sinto grande necessidade de ter dias diferentes porque sou inquieto; acho que esse é o motivo de eu ser tão mutante. Nunca quis saber qual o motivo da minha existência como artista, prefiro acreditar que posso desempenhar múltiplos papéis na música”, diz o cantor. Com oito álbuns lançados em 24 anos de carreira, o cantor tocou na Inglaterra, Espanha e Portugal; em solo português ele é até hoje, um dos compositores brasileiros mais tocados. Este ano, levou 20 dias na Europa gravando o seu primeiro DVD, na Holanda, Portugal e Espanha, que também utiliza imagens gravadas aqui no Brasil. Para entender a riqueza da história musical dele é necessário comparar o seu trabalho, que está previsto para ser lançado agora em novembro, com as inúmeras experiências sonoras iniciadas por um ainda adolescente Márcio Mello, que, ao descobrir Bob Marley e Luiz Gonzaga, percebeu que a sua vida seria tudo, menos previsível. SOLITARIO PUNK Gravado no estúdio Benedito em salvador (BA) no período de abril a julho de 2009. Produzido por Marcio Mello Com participações de : Participação especial Chorão em mulher de 23 Baixo : Baé e Marcelo seco Guitarra , voz e teclado : Marcio Mello Bateria : Daniel





Pensamentos de um solitário punk


O mundo esta uma grande merda, e a humanidade são as moscas explorando cada vez mais esse monte de merda até ela se decompor. E nós? Quem somos nesse imenso circulo vicioso? Somos o resto da humanidade que ainda não explora o monte de merda (o planeta) que ainda restou. As pessoas dizem que somos a escória do mundo, que somos contra tudo de bom na sociedade, que somos drogados e baderneiros que não conseguimos se integrar na sociedade. As vezes eu tento intender o que as pessoas vêem de bom na sociedade, que cada dia que passa, decai mais um pouco. O mundo esta cheio de dinheiro na mão de alguns poucos, cheio de guerras inúteis para provar o poder de alguns, cheio de doenças e cientistas mercenários, pessoas que só querem ajudar pôr dinheiro e fama, pôr prestigio e poder. Na verdade são todos hipócritas que exploram as pessoas, a natureza, o mundo em si em nome de um mundo melhor. Não somos contra tudo de bom na sociedade e sim contra tudo de ruim nela, só que as pessoas não podem ver o que é ruim pois isso seria acabar com sua própria integração na sociedade, acabar com seu conforto e segurança. Talvez nós sejamos estranhos para as pessoas comuns, mais as pessoas comuns são incompreensíveis para nós. Porque no meio de tanta desgraça, fome, doenças, guerras, repressão, de tudo que somos impostos a passar, a sociedade cada vez mais quer estar integrada no mundo capitalista que é em parte o culpado pôr todo mau existente na sociedade? Mais o grande culpado realmente é a sociedade que se deixa enganar pôr políticos que falam bonito e lhes promete um mar de rosas, propagandas e mais propagandas que lhe fazem crer que tudo pode ser bom, por um falso retrato do mundo que a mídia lhe passa. Parece que não percebemos que tudo isso é para tirar nosso dinheiro e nos manter em controle em nossas casas, trabalhando e estudando para servir de escravo para o sistema. Sempre o dinheiro! As pessoas fazem tudo pôr dinheiro, querem sempre ter mais dinheiro. Acham que o dinheiro vai resolver todos os problemas delas. Mas na verdade é o dinheiro que causa os problemas e não sua falta. Se não houvesse dinheiro não haveria disputas, não haveria perdedores e consequentemente não haveria pobreza e nem ricos. Todas as pessoas são iguais independente de cor, sexo, estética e então porque existem desigualdades no mundo? Porque existe a hierarquia? Porque existem mais prestigiados? Talvez seja porque tem mais dinheiro ou mais medalhas ou um pedaço de papel determinando quem é melhor ou pior. Talvez quando as pessoas perceberem que fizeram tudo errado seja tarde demais, o mundo já tenha se afundado num posso de dinheiro e fanatismo, religiões e preconceito, guerras e repressão. Pôr isso não nos integramos, porque somos contra todo meio de vida estúpido da sociedade. O sistema te escraviza de forma invisível, mais se fizer um pouco de esforço verá que sua vida é a coisa mais descartável perante o sistema, que só quer mais poder, controle e dinheiro, e usa tudo que esta em sua volta para controla-lo, para fazer você trabalhar e pagar seus impostos, fazer com que você não perceba que esta sendo totalmente controlado através da mídia, da religião, das falsas idéias que são transmitidas pôr todos em sua volta. Pôr isso lutamos contra o sistema, contra as luxurias da sociedade capitalista. Pôr isso nós nos vestimos diferente, não pagamos impostos, não votamos e nem fazemos o que nos mandam. Somos contra leis que te privam de fazer o que quer consigo mesmo, não temos religião pois achamos que a religião é uma forma de bitolação da sociedade capitalista para te controlar e tirar seu dinheiro e pensamentos. É tudo uma forma de protesto. O sistema pode controlar as pessoas, minha família, meus amigos e podem até me controlar mais nunca vão controlar minha mente. ANARQUIA SEMPRE.